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Empresa

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 5 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Originalmente publicado no Facebook às 21h45 (UTC-8) da quarta-feira 08/02. Um pouco modificado pra registrar no blog.

Até queria falar do sol e da manhã de carnaval (a canção do Orfeu Negro tocava na Starbucks, com letra em português, quando entrei lá hoje), das crianças que caminhavam pra escola, das moças de bicicleta que pilotavam na direção oposta, do piano de cauda numa casa com porta aberta (eu quase entrei pra tocar, mas fiquei com medo de ser preso), da forma diferente como as pessoas aqui se relacionam, do céu estrelado e dos olhos das ruas às 19h00, mas (maldito jet lag!) são só 21h20 e já estou morrendo de sono pra escrever sobre essas coisas românticas agora (e, além do mais, no Brasil acho que deve estar todo mundo dormindo mesmo, já que aí são 3h20).

Então: Agora que já deixei registrado que essas coisas aconteceram (estou me sentindo mais ou menos como quando cheguei em São Paulo notando essas coisas pequenas), escreverei sobre coisas mais diretas mesmo (também interessantes, na minha opinião) e, mais precisamente, sobre o estágio.

Voltei há pouco do primeiro dia na empresa. Fui muito bem recebido. Há gente de todo lugar. Almocei com um alemão, um búlgaro e um americano. Do meu lado senta um espanhol. Já conhecia daqui um egípcio. Conheci também um canadense. Todos muito simpáticos, aparentemente ótimos programadores, dispostos a conversar e a ensinar o que estão fazendo.

Meu desktop é o maior computador que já vi. A resolução é algo como 2560×1600. É quatro vezes a tela que estou acostumado (o louco é que todo mundo na empresa usa dois monitores desse tamanho!). Roda Ubuntu.

O laptop que me deram é um MacBook Pro (roda Mac).

Passei o dia configurando os computadores; resolvendo a papelada; conhecendo as pessoas; usando, conhecendo e lendo partes do código do imo.im (aliás, a partir de quando arranjar um celular acho que vou passar o dia online em todos os mensageiros instantâneos que uso pelo aplicativo do imo.im pra Android, que achei o máximo).

A empresa tem lanches e refrigerantes de graça. Todos os dias também oferece almoço ou jantar. É bem localizada e é perto de casa, tem várias bolas (de basquete, futebol, vôlei), uma mesa de sinuca, aparelhos de ginástica (falando nisso, me ofereceram academia), gostei bastante do ambiente.

Próximos passos mais burocráticos por lá: social security number, plano de saúde, resolver o complicado formulário W-4 e descobrir quanto vou pagar de imposto.

O mais importante e aí não mais burocrático: descobrir o que vou desenvolver. Me parece que vai ser bem legal.

Terminada a propaganda (acho que sou facilmente impressionável) e mudando de assunto pra algo ainda nerd (na verdade, mais nerd), mas não-tão-relacionado: amanhã às 8h00 (14h00 em São Paulo) tem single round match do TopCoder. Vou fazer antes de ir trabalhar se estiver acordado e disposto. (nota da reedição pro blog: não fui muito bem, mas paritcipei :)) Participem aí, pessoas que tão no acampamento em Campinas e demais maratonistas!

No mais, até me acostumar com a dinâmica da empresa e com o fuso horário, acho que só vou conseguir aproveitar bem o tempo livre do fim de semana.

Quero muito bolar uma estratégia pra me aproximar dos estudantes de Stanford pra ter com quem tomar uma cerveja conversando sobre aleatoriedades e descobrir como é a universidade aqui.

Por falar em Stanford, só hoje lembrei que é a universidade do grande Donald Knuth.

Melhor parar de escrever antes que eu caia em cima do teclado de sono e que o texto fique tão grande que ninguém leia.

Novo site do “meu” colégio

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 8 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Estudei no Colégio Salesiano Itajaí por 11 anos, da primeira série do Ensino Fundamental ao terceiro ano do Ensino Médio. Desde a oitava série (2004) trabalhei desenvolvendo o seu site em troca de bolsa de estudos. Durante a maior parte deste tempo o site esteve hospedado no meu servidor.

Quando eu concluí minha vida escolar lá (em 2007) fiquei devendo uma reformulação no site para passar para um servidor novo e deixar tudo bonitinho para outra pessoa poder assumi-lo. Ano passado acabei não conseguindo trabalhar nele e hoje, um ano e meio depois, ele foi publicado. Um alívio.

Programei em PHP e em JavaScript (usando o JQuery, que é uma mão na roda), usei banco de dados MySql e as linguagens de marcação XHTML 1.0 e CSS 2.0. O site é 100% administrável, conta com mais de 1100 notícias e 33000 fotos que já estavam cadastradas em sua versão anterior, seu conteúdo está todo disponível sob uma licença Creative Commons e seu código client-side está todo disponível sob a GPL.

Visite: www.salesianoitajai.g12.br

Site do Colégio Salesiano Itajaí

Interesse comum

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Chega uma hora em que o cliente de um freelance e o programador, cansados, chegam a um consenso: o site precisa ser terminado. Finalmente chegamos lá! :) Essa semana já começou com poucos posts e deve continuar mais devagar ainda. Porém, não se desesperem: se Alá quiser, meu freelance vai ser concluído até sexta-feira.

Salve Éris!

Citação da Semana II

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Os homens se assemelham-se a relógios a que se dá corda e trabalham sem saber a razão. E sempre que um homem vem a este mundo, o relógio da vida humana recebe corda novamente, para repetir, mais uma vez, o velho e gasto refrão da eterna caixa de música, frase por frase, com variações imperceptíveis.

(Arthur Schopenhauer)

Vai trabalhar, vagabundo!

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

“Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” (Gênesis, 3:19)

Quando você pensa no futuro, o que vem à sua mente? A não ser que você tenha sido criado em outro planeta ou em outros tempos, a sua resposta é: trabalho. É com trabalho que conseguimos dinheiro, pra poder descansar. É uma lógica tão estúpida que não sei como ainda funciona.

Vai trabalhar, vagabundo
Vai trabalhar, criatura
Deus permite a todo mundo
Uma loucura
Passa o domingo em familia
Segunda-feira beleza
Embarca com alegria
Na correnteza

Prepara o teu documento
Carimba o teu coração
Não perde nem um momento
Perde a razão
Pode esquecer a mulata
Pode esquecer o bilhar
Pode apertar a gravata
Vai te enforcar
Vai te entregar
Vai te estragar
Vai trabalhar

Vê se não dorme no ponto
Reúne as economias
Perde os três contos no conto
Da loteria
Passa o domingo no mangue
Segunda-feira vazia
Ganha no banco de sangue
Pra mais um dia

Cuidado com o viaduto
Cuidado com o avião
Não perde mais um minuto
Perde a questão
Tenta pensar no futuro
No escuro tenta pensar
Vai renovar teu seguro
Vai caducar
Vai te entregar
Vai te estragar
Vai trabalhar

Passa o domingo sozinho
Segunda-feira a desgraça
Sem pai nem mãe, sem vizinho
Em plena praça
Vai terminar moribundo
Com um pouco de paciência
No fim da fila do fundo
Da previdência
Parte tranquilo, ó irmão
Descansa na paz de Deus
Deixaste casa e pensão
Só para os teus
A criançada chorando
Tua mulher vai suar
Pra botar outro malandro
No teu lugar
Vai te entregar
Vai te estragar
Vai te enforcar
Vai caducar
Vai trabalhar

(Chico Buarque)

O trabalho do “proletário” como existe hoje surgiu com a Revolução Industrial, no século XVIII. É engraçado que, quando estudamos esse período na escola, todos adoram criticá-lo; parece que faz parte de uma realidade distante e que hoje ninguém é proletário. Ninguém pensa no hoje e na nossa situação, porque todos estão conformados.

Antes do proletariado surgir, existiam outras formas de trabalho, como os artesãos e os escravos. Os artesãos trabalhavam por eles mesmo, não para burgueses. Os escravos trabalhavam para um senhor, mas esse site explica bem a diferença entre o proletário e o escravo:

Como se diferencia o proletário do escravo?

O escravo está vendido de uma vez para sempre; o proletário tem de se vender a si próprio diariamente e hora a hora. O indivíduo escravo, propriedade de um senhor, tem uma existência assegurada, por muito miserável que seja, em virtude do interesse do senhor; o indivíduo proletário – propriedade, por assim dizer, de toda a classe burguesa -, a quem o trabalho só é comprado quando alguém dele precisa, não tem a existência assegurada.

O trabalho não é uma necessidade. Quem não trabalha não é vagabundo. A própria palavra “trabalho” vem de “tripalium” e lembra tortura, sofrimento. A nossa mentalidade é baseada em uma série de conceitos que foram se formando ao longo do tempo e que pouca gente pára pra pensar se estão certos.

Qual é a solução? Um comunismo? Não sei, acho que não, mas também não tenho a resposta. Cada um pode decidir por si só, mas acho que do jeito que tá não é legal. Passamos a vida “escravos” de um sistema por dinheiro. Pensem bem: isso não faz sentido! Tem coisas muito melhores pra se fazer e pra se ter na vida. Às vezes parecemos retroceder em vez de evoluir. No fim, o que é importante?

Ninguém jamais deveria trabalhar. O trabalho é a fonte de quase todos os sofrimentos no mundo. Praticamente qualquer mal que se possa mencionar vem do trabalho ou de se viver num mundo projetado para o trabalho. Para parar de sofrer, precisamos parar de trabalhar.

(Hakim Bay)

Novo site do Colégio!

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 12 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Publiquei hoje o novo site do Colégio Salesiano Itajaí, um site totalmente administrável (até o título pode ser mudado via formulários) que usa a linguagem PHP e o banco de dados MySql. O site também segue os padrões web, mesmo com formulários rich text que às vezes deixam o site pouco semântico (é que os monitores do Colégio devem poder atualizar) e está disponível em: salesianoitajai.g12.br.

A notícia de estréia da página está disponível aqui e conta com um lindo screenshot do meu Fluxbox com Mrxvt e o Vim com três splits. Embora o site já esteja publicado, ainda tenho que arrumar alguns detalhes como por exemplo o Sitemap que eu cito nesta notícia.

Uma coisa bem legal que eu coloquei no site foi um JavaScript, usando a função addGlobalStyle do Dive into Greasemonkey, que nos Mozillas (ereg(“Gecko/”, $_SERVER[“HTTP_USER_AGENT”])) faz o site ficar maior se o usuário usar uma resolução igual ou maior a 1024×768. Dá pra fazer pra todos os navegadores, mas eu sou meio newbie em JavaScript e por isso só usei esse código do Greasemonkey, que só funciona nos Mozillas mesmo… Mas o resultado ficou ótimo! :)

Ontem o Sr. Paulo Matias me ensinou como trabalhar com operadores bit-a-bit no C. Achei muito massa! Agora comecei até a economizar fazendo:

numero = outronumero << 1;

… ao invés de simplesmente:

numero = outronumero * 2;

… para meus programas serem mais rápidos! Hehehe :D Fiz uma função que converte de decimal para binário, e depois vou postar aqui.

Observação: Tenho que descobrir porque os emoticons não funcionam quando tem código… Quer dizer, descobrir eu já descobri, mas preciso ver como eu faço pra resolver de forma boa essas expressões regulares…

Editado!

Corrigi o problema… Confira abaixo o novo trecho de ERs da função de emoticons, onde $o é o vetor de origem (com as carinhas originais), $d é o vetor de desgino (com o <img src…) e replace() é uma função que eu criei para substituir os emoticons:

<?php
if (!ereg("<code", $texto)) {
	$texto=replace($o, $d, $texto);
} else {
	preg_match_all("/</code>(.+)<code/sU", $texto, $mat1);
	for ($i=0; $i<sizeof($mat1[1]); $i++) {
		$texto=str_replace($mat1[1][$i], replace($o, $d, $mat1[1][$i]), $texto);
	}
	preg_match("/^(.+)<code/sU", $texto, $mat2);
	$texto=str_replace($mat2[1], replace($o, $d, $mat2[1]), $texto);
	$rev=strrev($texto); //Tenho medo do PHP5.0.5
	preg_match("/^(.+)>edoc/</sU", $rev, $mat3); //Nossa, que código louco!
	$rev=strrev($mat3[1]); //Repito... Tenho medo do PHP5.0.5
	$texto=str_replace($rev, replace($o, $d, $rev), $texto);
}
?>

Ficou feio, né? Não consegui pensar em outra coisa mais fácil que usar o strrev() ali… :blink:

Projetos do Salesiano, SED/Bash, Programação Nível 2

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 12 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Em primeiro lugar, publiquei dois projetos do colégio (dentro dos padrões web, um que não funciona direito no IE) sexta-feira. O pessoal tava reclamando que a página tava desatualizada e tinha gente procurando por “ginsal 2005” no Google e chegando aqui, então estou postando os links para o projeto Ginsal 2005 e Páginas Literárias aqui mesmo:

Eles não foram publicados antes porque tô com bastante coisa pra fazer lá no colégio, entre essas um site totalmente novo.

E mesmo que você não seja do colégio, dá uma olhada nos códigos totalmente dentro dos padrões nos dois sites. O Páginas Literárias usa até tags q e cite na página inicial! Legal também o rodapé que eu coloquei nos dois projetos, sugerindo “qualquer navegador”, sem ser IE.

Em segundo lugar, obrigado ao Paulo Victor Eufrásio, de Fortaleza, que me mandou uma síntese dos problemas da OBI2005 Programação Nível 2! Já fiz alguns e depois publicarei tudo junto. O nível não tá muito alto, mas achei difícil aquele problema Mochila (o povo que foi na Programação pra UNICAMP ano passado já sabia a solução, mas eu não!).

E finalizando, hoje dei meus primeiros passos no sed. Eu tava achando uma vergonha ter que passar pelo aplicativo php e usar ereg_replace nos meus programas Bash e adorei o sed! Criei um programinha bem legal para ouvir músicas. Postei os screenshots no Flickr e o código aqui embaixo.

#!/bin/bash
toca() {
       echo "^[[31m^[[1m$1"'a. ocorrência^[[0m'
       musica="`head -$1 ~/.tmp-musica | tail -1`"
       nome="`echo $musica | sed -e 's/(.*)/(.*)/([0-9]*) (.*).mp3/4/'`"
       autor="`echo $musica | sed -e 's/(.*)/(.*)/([0-9]*) (.*).mp3/1/'`"
       album="`echo $musica | sed -e 's/(.*)/(.*)/([0-9]*) (.*).mp3/2/'`"
       echo "Nome:    ^[[33m^[[1m$nome^[[0m"
       echo "Autor:   ^[[33m^[[1m$autor^[[0m"
       echo "Álbum:   ^[[33m^[[1m$album^[[0m"
       echo "Caminho: ^[[33m^[[1m$musica^[[0m"
       play "$path/$musica"
       echo ""
}
path="/mnt/ntfs/Documents and Settings/Tiago Madeira/My Documents/My Music"
echo "^[[36m^[[1mouvir 1.0 (c)^[[0m"
echo "^[[1mpor Tiago Madeira (contato em tiagomadeira.net^[[0m"
echo ""
echo "^[[1mEntrando no diretório das músicas...^[[0m"
cd "$path"
echo "^[[1mProcurando palavras-chave...^[[0m"
tree -f * | grep -i "$1.*.mp3" > ~/.tmp-musica
 
echo "^[[1mFormatando a(s) palavra(s)-chave...^[[0m"
sed -e 's/^[| -]*//' ~/.tmp-musica > ~/.tmp-music
 
mv ~/.tmp-music ~/.tmp-musica
echo "^[[1mContando número de ocorrências encontradas...^[[0m"
wc -l ~/.tmp-musica > ~/.wc-tmp-musica
echo "^[[1mFormatando número de ocorrências encontradas...^[[0m"
num=`sed -e 's/([0-9]*) (.*)/1/' ~/.wc-tmp-musica`
 
echo ""
 
echo "^[[34m^[[1mFoi(ram) encontrada(s) $num ocorrência(s):^[[0m"
cat -n ~/.tmp-musica | sed -e 's/^[[:blank:]]*([0-9]*)[[:blank:]]*(.*)/1: 2/'
 
echo ""
 
echo "^[[31m^[[1mDigite o número da música que você deseja ouvir,"
echo "ou 't' para tocar todas ou 's' para sair.^[[0m"
echo ""
 
while :; do
 printf "^[[31m^[[1m#: ^[[0m"
 read d
 case $d in
  's'|'S')
   break
   ;;
  't'|'T')
   i=1
   while [ "$i" -le "$num" ]; do
    toca $i
    i=`funcoeszz zzcalcula $i+1`
   done
   ;;
  *)
   toca $d
   ;;
 esac
done
 
rm ~/.tmp-nome > /dev/null
rm ~/.tmp-musica 2> /dev/null
 
echo "^[[1mAté a próxima!^[[0m"

Agora já modifiquei bastante esse programa e ele tá na minha seção Portifólio, mas essa aí foi a primeira versão.

Eu nunca tinha feito nada tão evoluído no Bash e agora tô até começando a me achar um programador bash. Incrível como é legal desenvolver nele! :)

No mais, não aconteceu nada de novo. Só tô decepcionado por ter errado um problema da OBI, cheio de trabalhos de escola mas desenvolvendo bastante coisa legal aqui agora que meus sistemas estão ficando estáveis.