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Além do bem e do mal

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.
Além do bem e do mal

Mais uma sugestão de leitura do Mal Vicioso! O livro da vez é: Além do bem e do mal

Escrito por Nietzsche e publicado por várias editoras aqui no Brasil, “Além do bem e do mal” é um livro que não pode faltar na cabeceira de um filósofo. A obra desde seu primeiro capítulo critica filosofias metafísicas, religiões, moralismos e verdades. Faz-nos refletir sobre os nossos valores, ética e sobre a natureza do homem.

Nota: O estilo aforismático de autor traz tantas frases de tamanho efeito que resolvi me privar de colocar alguma aqui para não desprezar as outras.

O prelúdio a uma filosofia do futuro é um livro pesado, que deve ser digerido com muita atenção. Ainda estou no terceiro capítulo (A natureza religiosa), mas não posso deixar de recomendar esta obra excepcional de Nietzsche, que talvez hoje não fosse tão incompreendido (ou talvez o mundo não tenha mudado tanto assim nos últimos cem anos…).

Os homens lutam e sofrem por nada

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Neste mundo, os homens lutam e sofrem por nada; se encontram prazer, é apenas no fulgurante desatino da batalha… Preciso viver intensamente enquanto posso. Quero experimentar os ricos sucos da carne vermelha e o vinho picante, o aperto quente de braços brancos como o marfim, a loucura do triunfo na batalha, quando as lâminas azuladas queimam e se tingem de vermelho. Isto basta para me alegrar. Que os mestres, os sacerdotes e os filósofos meditem sobre as questões de realidade e ilusão! De uma coisa eu sei. Se a vida é ilusão, também sou uma: a ilusão é real para mim. Eu vivo, estou cheio de vida, eu amo, eu mato, eu sou feliz assim.

(trecho de um conto de Conan, O Bárbaro)

Vi lá no 1001 GatosHoward não era “feliz assim” como seu personagem, já que ele se suicidou…

Bom… Eu me sinto como o Conan, embora enxergue a vida como Nietzsche ou Schopenhauer. Por enquanto, eu vivo, estou cheio de vida, eu amo, eu mato, eu sou feliz assim.