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Além do bem e do mal

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.
Além do bem e do mal

Mais uma sugestão de leitura do Mal Vicioso! O livro da vez é: Além do bem e do mal

Escrito por Nietzsche e publicado por várias editoras aqui no Brasil, “Além do bem e do mal” é um livro que não pode faltar na cabeceira de um filósofo. A obra desde seu primeiro capítulo critica filosofias metafísicas, religiões, moralismos e verdades. Faz-nos refletir sobre os nossos valores, ética e sobre a natureza do homem.

Nota: O estilo aforismático de autor traz tantas frases de tamanho efeito que resolvi me privar de colocar alguma aqui para não desprezar as outras.

O prelúdio a uma filosofia do futuro é um livro pesado, que deve ser digerido com muita atenção. Ainda estou no terceiro capítulo (A natureza religiosa), mas não posso deixar de recomendar esta obra excepcional de Nietzsche, que talvez hoje não fosse tão incompreendido (ou talvez o mundo não tenha mudado tanto assim nos últimos cem anos…).

O Código da Vinci II

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

A igreja escocesa [Rosslyn] que aparece no romance best seller “O Código Da Vinci” revelou outro mistério oculto por quase 600 anos. Pai e filho que ficaram fascinados pelos símbolos gravados nos arcos da capela disseram ter decifrado uma partitura musical escondida ali.

Notícia completa.

Uau! Essa é pra sustentar a tese dos caras que levam a sério como não-ficção o livro do Dan Brown. ;) Não existem coincidências. E segundo o Terra esse já é o “outro” mistério.

A arte de ter razão

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.
  • Autor: Arthur Schopenhauer, com organização e ensaio de Franco Volpi
  • Editora (no Brasil): Martins Fontes
  • Páginas: 116
  • Sinopse: Este pequeno tratado, verdadeira pérola oculta nos escritos póstumos de Schopenhauer, foi elaborado “como uma dissecação limpa” para conferir uma sistematização formal aos “artifícios desonestos recorrentes nas disputas”. Schopenhauer apresenta 38 estratagemas, lícitos e ilícitos, aos quais é possível recorrer para “obter” razão: para defendê-la quando ela estiver do nosso lado, e para conquistá-la quanto estiver do lado do adversário. Leitura atraente e muito útil: com frieza classificatória, Schopenhauer nos indica “os caminhos oblíquos e os truques de que se serve a natureza humana em geral para ocultar seus defeitos”.
A arte de ter razão

Estou na página 23 desse livro fascinante. Schopenhauer sistematiza os relacionamentos humanos de maneira incrível. É uma leitura um pouco difícil, na qual são apresentados conceitos para o que nós fazemos em nossas disputas, mas tudo é bem explicado e exemplificado e entendemos algumas coisas que nós inconscientemente fazemos e falamos. Como diz Schopenhauer: na discussão não visamos a verdade, mas apenas defender a nossa opinião para satisfazer a nossa vaidade.

A dialética erística é a arte de disputar, mais precisamente a arte de disputar de tal maneira que se fique com a razão, portanto, per fas et nefas [com meios lícitos e ilícitos].

[…]

Se [a maldade natural do gênero humano] não existisse, se fôssemos inteiramente honestos, em todo debate visaríamos trazer a verdade à luz, sem sequer nos preocuparmos se ela corresponde à opinião apresentada de início por nós ou à alheia: seria indiferente ou, pelo menos, totalmente secundário.

A Viagem de Théo

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

A partir de hoje publicaremos sugestões de livros com temática parecida com a do nosso site, junto com os habituais artigos do Mal Vicioso. Queremos compartilhar com você algumas das fontes de nossas idéias e também queremos que você compartilhe conosco livros que você leu e gostou.

O primeiro que vamos sugerir é A Viagem de Théo.

  • Autora: Catherine Clément (francesa)
  • Editora (no Brasil): Cia. das Letras
  • Páginas: 614
  • Sinopse: Por que tantas pessoas se aproximam de uma religião ou sentem vontade de ter uma vivência espiritual qualquer? Por que não somos todos ateus? Foram perguntas assim que levaram Catherine Clément a escrever A viagem de Théo, um romance sobre os fundamentos das religiões mais praticadas no mundo: catolicismo, judaísmo, budismo, protestantismo, islamismo, etc. Com um conhecimento profundo do tema e um admirável equilíbio intelectual, ela nos faz viajar na companhia de Théo e Marthe – ele, um adolescente que vive enfiado nos livros e sofre de uma doença grave; ela, uma mulher cosmopolita que esbanja vitalidade. Juntos eles vão aos principais centros sagrados do mundo e, enquanto visitam os templos e participam das festas rituais, oferecem-nos a certeza de que as religiões são uma das maiores aventuras que a humanidade já pôde sonhar.
A Viagem de Théo
Capa do livro

Gosto de livros que induzem a filosofar de uma maneira simples, por meio de uma história, tais quais O Mundo de Sofia, Bíblia, Al Corão, Tudo depende de como você vê as coisas, Efeito Borboleta (filme) e Alice no País das Maravilhas.

A Viagem de Théo é um ótimo romance que desmistifica o mundo das religiões e entrete o leitor nos mistérios que envolvem o próximo destino do protagonista. Em alguns momentos, o enredo cansa de tão óbvio (a autora faz questão de dizer que sit down significa sente-se).

Algo notório é o fato de que o universo religioso apresentado a Theo não é constituído apenas por cristãos, judeus e islâmicos. Aqui onde vivemos não se fala de religiões asiáticas como o budismo e o hinduísmo. No máximo seus deuses são retratados em cangas de praia ou camisetas, mas nada sabemos sobre eles. Esses credos e muitos mais são muito bem abordados no livro, de forma clara até a um leitor leigo. Enquanto viaja, a autora descreve os fiéis, a fé, os locais onde seus ritos são praticados e o principal: em que acreditam

Ainda não terminei a leitura, (eu e a Carol estamos na página 234), mas vale a pena tanto pelo romance como pela didática! ;-)

A primeira pessoa do texto é o Tiago, mas foi a Carol que editou as palavras pro texto ficar legível…

Volta para Casa

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 11 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Depois de uma semana em Florianópolis, estou novamente em Itajaí. Voltei anteontem no final da tarde e o motivo de não ter postado nada é que eu tinha que acabar um trabalho, o site da BEMFAM: tableless, padrões web, cross-browser, PHP/MySql, totalmente administrável. Esse foi o segundo serviço que eu fiz para a Meetweb, depois da Coalizão Antituberculose. Esse ano estou deixando de trabalhar fora (no Colégio) para pegar esses sites de fora que me rendem um pouco mais e são bem mais legais de se fazer (principalmente quando trabalho com designers).

Na semana em Floripa, além de ir à práia, li três livros que merecem ser sugeridos: o best-seller O Código da Vinci, de Dan Brown; Fortaleza Digital, também de Dan Brown; e Harry Potter e o Enigma do Príncipe, o sexto livro de J. K. Rowling. O estilo do Dan Brown é muito legal. Além de ser um cara extremamente inteligente, criando enigmas muito interessantes durante o livro, ele consegue prender a atenção do leitor de forma incrível. Gostei bastante… Agora estou querendo comprar o seu outro livro, Anjos e Demônios. Ou se alguém quiser me presentear, ficarei grato. :D

Passei o ano novo em um lugar de Laguna chamado “Mato Alto”, uma região que, segundo meus cálculos, está no mínimo uns 10 anos atrasada no tempo. :) O bom é que num lugar desses, não se tem nada pra fazer e então eu aproveitei pra ficar lendo sem stress o livro Algoritmos: Teoria e Prática e; aliás, fiz alguns testes inúteis, como descobrir o custo dos algoritmos de ordenação se forem executados por pessoas. Os resultados são bem interessantes. Por exemplo, o Insertion Sort é MUUUITO mais rápido que o Merge Sort, já que você põe todas as cartas que já foram empilhadas na sua mão e com a outra simplesmente coloca uma carta no meio do bolo. O Merge Sort já é bem mais difícil porque você precisa fazer pilhinhas na mesa… :)

Nessa semana, vou tentar pegar o PhotoX, mas não muito intensamente, porque estou agora mais tranquilo lendo e estudando de leve.

Ah… Finalmente o desktop de minha casa tem um novo HD. Foi uma troca boa… Um HD corrompido de 20gb por um de 80gb… :D Agora tenho um bom lugar pra backups! Já tá particionado pra Linux e pra Windows.

Vou começar a postar alguns artigos explicativos, pequenos tutoriais, sobre coisas simples para quem está iniciando em algoritmos computacionais, PHP, tableless, Linux, etc. Tenho recebido vários e-mails pedindo sugestões de apostilas e essas coisas de onde começar e acho que seria legal até pra aumentar as visitas do meu site, meu pagerank, e conseqüentemente, o dinheiro do Google Adsense. :D Aliás, você já acessou meu site usando Internet Explorer? Acho que o negócio que eu fiz foi um dos mais legais pra ganhar uns trocados com o Firefox / Google Toolbar.