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Passagens em sala

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 8 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Entidades estudantis têm como costume passar em salas de aula para espalhar eventos, boletins e campanhas. Tenho certeza que fazem isso com a melhor das intenções e concordo que é fundamental que centros acadêmicos e diretórios centrais de estudantes construam seus projetos com todos os iguais que representam. Porém, após pensar um pouco a respeito, cheguei a conclusão que essa é uma péssima modalidade de divulgação (além de um gasto desnecessário de tempo e papel) e aqui explicarei meus porquês.

Antes de mais nada faço questão de lembrar que isso é um blog, portanto sinta-se livre para discordar através da caixa de comentários ou via trackback. Como me ensinou meu amigo Ibrahim Cesar: “A mídia tradicional manda mensagens. Blogs iniciam conversações.”

Iniciarei contando algo que já aconteceu comigo inúmeras vezes, tanto na UFSC como na USP: (e, de cara, peço desculpas porque sou um péssimo narrador)

Estou assistindo uma aula de Cálculo I e o professor acabou de escolher um estranho epsilon para demonstrar o limite de uma multiplicação. Prova finalizada, estou copiando o teorema e contemplando o quadro para buscar compreender de onde o professor tirou o epsilon. Beto, que esteve do lado de fora da sala aguardando o professor acabar a demonstração, entra animado: “Pessoal, eu sou do DCE. Estou aqui para convidar vocês para …”

Você decide:

Possibilidade #0:

Nem ouço o que ele diz. Termino a cópia da demonstração e guardo o panfleto que Beto entregou no fundo da mochila. Mal Beto deixa a sala, o professor continua a aula como se não tivesse sido interrompido, agora escolhendo um epsilon ainda mais estranho para demonstrar o limite de uma divisão. Um mês depois, encontro um panfleto no fundo da mochila e jogo fora sem nem mesmo ler ao perceber que o ato de uma luta que me interessava aconteceu há quase um mês atrás.

Possibilidade #1:

Ouço o que ele diz, mas não entendo direito a ideia da manifestação. É fato que o rapaz do DCE é muito mais politizado que eu. Se o aviso fosse dado num outro ambiente eu faria uma pergunta, discordaria dele, discutiríamos. Na sala, porém, com sua estrutura autoritária e no meio de uma aula de Cálculo, resolvo ficar calado e continuo sem simpatia nenhuma pelos comunistas do movimento estudantil. Também nem paro direito pra pensar, afinal estou no meio de uma aula de cálculo e meu professor não parou um minuto por causa do recado.

Possibilidade #2:

Eu, que não conheço o movimento estudantil (caso contrário já saberia do ato para o qual o rapaz do DCE está me convidando), presto total atenção nele, simpatizo com a ideia, meu professor debate o tema da manifestação logo que Beto sai da sala e depois da aula vou procurar Beto porque resolvi participar do ato e do movimento estudantil.

Se você acha que a possibilidade #2 ocorre, pode parar de ler esse texto que nossos axiomas são muito diferentes pra chegarmos a alguma conclusão comum (i.e., não vivemos no mesmo mundo).

Fato é que a gestão do DCE do ano passado passou em sala inúmeras vezes e eu só dei alguma atenção ao movimento estudantil depois que o conheci com as minhas próprias pernas ao lado do prédio de Letras, na FFLCH. O que prova que esse modelo de divulgação é incapaz de dialogar comigo e provavelmente com a maioria dos estudantes do meu instituto.

Creio que um convite para um debate não pode ser feito num ambiente de missa como as tradicionais salas de aula (o professor falando e os alunos respondendo “Amém” ou “Graças a Deus”), simplesmente porque não combina. Convites pra discussão precisam ser feitos nos corredores, nos gramados, nos intervalos de aula e por meio de uma conversa saudável e não da imposição de uma programação.

É preciso haver muita motivação para um aluno que não se sente diretamente tocado por uma questão e nunca debateu ela resolva participar de uma entidade por causa de uma propaganda na sala de aula. Uma motivação que não existe no mundo que eu considero real. Por isso, acho que as passagens em sala de aula precisam ser repensadas imediatamente por todos que buscam construir um movimento estudantil mais amplo e democrático.

A sala de aula ideal

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 11 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Sala de aula

“Educai as crianças e não será necessário punir os homens.” (Pitágoras)

Peraí… Como assim educar as crianças?

Minha professora de história, nos últimos cinco minutos de sua aula, jogou uma pergunta à classe: Como deveriam ser as aulas de história? Enquanto uma grande parte dos alunos conversava, várias pessoas se manifestaram e sugeriram idéias diferentes. Fiquei a pensar: como contentar a todos? Como, afinal, seria uma sala de aula ideal?

Após a primeira reflexão, discuti com a professora como é complicado dar aula para uma sala. Existem vários tipos de aluno e cada um está na escola por um motivo e objetivo diferente (entre aqueles sem objetivo). Como juntar todos os alunos, ensiná-los do mesmo modo e avaliá-los da mesma forma? Como é possível dar aula para 40 pessoas tão diferentes uma da outra?

Na verdade o sistema da escola, a maneira como ela é uma obrigação (e as pessoas são empuradas para ela), a avaliação, a nota, o ensino, a juventude e suas metas (ou falta de metas)… tudo torna o processo educativo muito complicado. E ainda há duas questões de extrema importância: o porquê de educar e se realmente todos precisam saber do conteúdo.

Concluí que ninguém deveria estar numa instituição que prega que todos que têm a mesma idade são obrigados a aprender o mesmo conteúdo, no mesmo período, da mesma maneira e serem avaliados igualmente. E sim, eu sei que isso é uma máxima “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Mas mais do que isso, algumas pessoas em especial eu acho que não deveriam estar na escola. Há muita gente com dificuldade de concentração e de aprendizagem do conteúdo escolar…

Seriam eles inferiores? Creio que essa mentalidade está presente na construção da nossa sociedade. Porém, na minha opinião, nem todos nascem para o meio acadêmico e é para ele que a escola forma. Algumas pessoas (e não são nem um pouco inferiores por isso) têm outro jeito e deveriam ser tratadas de outra maneira. É uma pena que todos sejam mandados pro mesmo lugar e tratados como iguais. A igualdade nem sempre é boa, aliás, quase nunca.

Mas refletindo somente sobre a pergunta da Caroline individualmente e de maneira muito egoísta, resolvi que a melhor maneira de eu aproveitar as duas horas e meia semanais de história que temos (três aulas de cinqüenta minutos) é:

  1. Segunda-feira: discussão cultural-filosófica do conteúdo que todos pesquisaram e estudaram final de semana.
  2. Terça-feira: prova sobre o conteúdo que todos estudaram no final de semana e discutiram segunda-feira.
  3. Quarta-feira, quinta-feira: não tem aula de história. A professora corrige a prova.
  4. Sexta-feira: a professora entrega da prova, há uma socialização dos resultados e uma discussão para fechar o conteúdo. Tarefa para segunda-feira: pesquisar sobre um novo conteúdo (professora sugere um tema).
  5. Sábado, domingo: Alunos pesquisam e aprendem sobre o tema que a professora passou.

Já sobre a escola como um todo, sua obrigatoriedade, sua divisão por matérias e por idade, etc. é preciso um outro post, muito maior. Assim que Éris me inspirar escreverei sobre isto.

Briga de rua

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 11 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Briga

Fim da tarde… Cruzando de carro a Av. Sete de Setembro com a Rua Gil Stein Ferreira uma reunião enorme de pessoas me chamou a atenção. Cerca de 100 meninos e meninas formavam uma circunferência com uns 5 metros de raio; no centro dois moleques brigavam.

A roda gritava, empolgada. A violência estava deixando todos eles felizes, provavelmente todos eles odiavam as crianças que sairiam dali totalmente quebradas.

Em pleno centro da cidade, haviam várias pessoas passando e percebendo a tragédia: alguns continuavam seu caminho, outros paravam para observar melhor, ninguém fazia nada.

Seria hipócrita condenar o povo que não se mexia e alguns até assistiam o espetáculo. Eu e minha família, afim de não perder a hora do café, continuamos no carro a caminho de casa.

Faltou aula, vagabundo? Vai preso!

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Uma estudante de 15 anos da cidade alemã de Goerlitz será presa por duas semanas como punição por matar aulas persistentemente, informou o Ministério da Educação do Estado da Saxônia, leste do país, na quarta-feira.

Segundo o ministério, a decisão foi tomada por um tribunal de distrito após dos pais da garota não pagarem uma multa e da estudante se recusar a prestar serviços comunitários.

Uma porta-voz do ministério em Dresden disse que não quer comentar sobre a decisão do tribunal. A adolescente faltou a um número significativo de aulas.

A estudante terá de comparecer a uma prisão para cumprir sua sentença de duas semanas dentro de dois meses, segundo o ministério.

[notícia no Terra]

É o Ministério da Educação educando as crianças… O texto dispensa comentários.

Como funciona a escola

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 11 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Uma imagem vale mais do que mil palavras. E o que me dizem de 11?

Escola 001 Escola 002 Escola 003 Escola 004 Escola 005 Escola 006 Escola 007 Escola 008 Escola 009 Escola 010 Escola 011

Desenhos feitos pela minha mãe ;)

Escola, história, filosofia

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 13 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Para não citar os fatos inúteis da escola (que são maioria), resolvi elogiar as aulas de história deste terceiro bimestre escrevendo neste artigo principalmente sobre filosofia. (e dessa vez não é só a do software livre!)

Pitágoras

Nesse ano, voltamos a ter aulas de história de verdade, com uma professora de verdade e conteúdo de verdade. Quem conheceu o antigo professor Roberto, sabe do que eu estou falando… ;) Bom… Desde o começo do ano, estou gostando bastante de história. É uma matéria bem interessante que sempre nos faz pensar bastante e usar a lógica (aliás, a lógica lembra a razão, a Aristóteles e aos filósofos gregos). Não tá dando pra usar muito a lógica nas aulas de matemática, pois o professor se limita a ensinar PA, PG, funções de segundo grau e essas babaquices apenas usando fórmulas prontas. Sei que não é sua culpa, existe gente com sérias dificuldades de entendimento, mas acho que a escola muitas vezes é um repetir de fórmulas e exercícios que não ajudam a desenvolver o raciocínio. Então eu acho incrível que neste sentido, as aulas de história estão sendo as melhores deste ano.

Nesse bimestre, a professora Fabiana nos passou um trabalho sobre os filósofos gregos. O meu grupo falou sobre o filósofo Pitágoras, aquele que via números em tudo (e, sim, aquele mesmo que criou o Teorema) e aí comecei a ver uma relação (um pouco estranha) entre a matemática, a lógica, a razão, a filosofia e a história. E já que filosofia é amar a sabedoria, fica mais fácil entender toda essa relação, porque sabedoria é matemática… :D

O Mundo de Sofia

Bom… Agora estou relendo “O Mundo de Sofia”, desta vez lendo e relendo com atenção até as cartas de dezenas de páginas às vezes um pouco complicadas sobre a história de vários filósofos. E fica aí a sugestão desse excelente livro (é interessante as histórias que o autor conta, que deixam coisas complicadas bem mais simples, como entender a filosofia de Demócrito como o brinquedo Lego).

Ahnnn… E acho que esse post foi só pra falar disso mesmo, só para não concluir nada, mas só dizer como vai a escola e que ainda tem alguma coisa para se aprender lá, uma coisa pra fazer pensar lá. :) E, aliás, ainda não tô concluindo nada, só tô vendo as idéias dos filósofos “famosos” e refletindo sobre elas…

Agora em História, continuamos estudando a Grécia, e agora partindo para os etruscos para chegar em Roma, mas fica registrada aqui a minha felicidade por estar tendo a oportunidade de pensar (usando o raciocínio lógico) mesmo nesta disciplina.


Agora mudando radicalmente de assunto para dizer as últimas novidades, além da filosofia…

O beta do Firefox 1.5 saiu, já estou utilizando-o como padrão… Achei ele igual o meu outro Deerpark Alpha (a.k.a. Firefox 1.6a1) Já que no outro post já comentei sobre suas vantagens, pararei por aqui.

Olimpíada Regional de Matemática

A segunda fase da Olimpíada Regional de Matemática (catarinense) acontecerá no dia 24 deste mês e ainda não aprendi nada de novo sem ser filosofia, desde meu péssimo resultado na segunda fase da OBM.

A política no Brasil tá triste, não vejo escolhas sem mudar o sistema político, acabar com o capitalismo e com essa história de querer lucrar em tudo. Mas já que eu também sou um capitalista e nunca estudei direito sobre isso, e já tenho problemas menores suficientes para me incomodar, fica registrada aqui a tristeza mas o conformismo com essa situação. Na realidade, não sei quem não sabia ainda que os políticos brasileiros eram corruptos, mas agora é uma crise mais séria, tá tudo estourando… Não sei o que podemos fazer pra ajudar!

Fiz grandes alterações no meu site… Mudei a organização de todos os links, as regras do módulo ReWrite, adicionei feed do Flickr e criei um sitemap em XML do Google, mudei os permalinks dos artigos, as cores dos comentários, adicionei referências (permalinks) aos comentários… Um monte de coisa! :blink: E ainda tô querendo mexer em outras coisas… ;)

Tô testando uns sistemas de wiki para meu projeto de software livre para leigos, não tô conseguindo achar nada muito legal em PHP. Aquele “PHPWiki” não funciona direito, tive que modificar um monte de coisas e ainda assim apresentou problemas e tô quase decidindo fazer um eu mesmo.

Depois de um muito tempo, joguei RPG novamente este sábado… É meio esquisito interpretar um personagem na Idade Média, já é tão esquisito interpretar nós mesmos! :blink:

O site do Colégio tá quase pronto, estou precisando da biblioteca GD para trabalhar com redimensionamento de imagens e outras coisas com imagens no PHP e o cara que cuida do servidor FreeBSD ficou de instalar para mim, mas ainda não o fez… (gostaria tanto que fosse um Linux que eu mesmo tivesse configurado!)

Richard Stallman

Estou tentando fazer um Linux simples e acessível para minha família usar no computador que compartilha internet com o meu laptop, mas ainda não consegui nem instalar Linux (eu vivo instalando e desinstalando Linux aqui do lado… Esses caras não entendem como Linux é bom, a filosofia é linda e devemos parar de usar MSN e programas da Microsoft!). A mesma coisa eu quero fazer no Colégio depois que acabar de fazer o site. O Laboratório de Informática deveria ser só Linux. O KDE tem programas educativos tão legais, fora outros que podemos achar na internet… E tem programas para Ensino Médio que o nosso Lab. nem tem nem semelhantes. O problema é que ele tem uma grande quantidade de programas para a pré-escola e acho difícil encontrar bons clones para Linux. Eu acho que instalar Linux na escola é uma coisa indispensável e não pretendo sair de lá antes que esta missão esteja cumprida. Quero fazer ainda um esquema bem legal com um servidor e clientes usando NFS/NIS e com os clientes loggando no servidor e facilitando a vida da profa. de informática.

Fiz uma alteração nas Funções ZZ adicionando uma senha ao zzss (proteção de tela para console). O patch está disponível aqui no meu servidor: patch.zz e para patchar basta usar patch -p1 apontando para ele o arquivo do patch (patch.zz) e colocar no File to patch a localização do seu arquivo funcoeszz (tem que ser a última versão).

Para finalizar, não tenho produzido muitos códigos / solucionado problemas lógicos, mas tenho pensado bastante logicamente e até ando vendo alguns grafos no pensamento e criando quase inconscientemente uns algoritmos… Embora não esteja implementando ou escrevendo os algoritmos, acho que estou desenvolvendo-os… Hehehe… (parece que eu sou louco, né?)

Coloquei várias imagens aí em cima pro post não ficar muito sem graça, já que ficou um pouco grande… A maioria delas não é tão importante, mas são boas pra saber em que pedaço do texto estamos… :)

Projetos do Salesiano, SED/Bash, Programação Nível 2

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 13 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Em primeiro lugar, publiquei dois projetos do colégio (dentro dos padrões web, um que não funciona direito no IE) sexta-feira. O pessoal tava reclamando que a página tava desatualizada e tinha gente procurando por “ginsal 2005” no Google e chegando aqui, então estou postando os links para o projeto Ginsal 2005 e Páginas Literárias aqui mesmo:

Eles não foram publicados antes porque tô com bastante coisa pra fazer lá no colégio, entre essas um site totalmente novo.

E mesmo que você não seja do colégio, dá uma olhada nos códigos totalmente dentro dos padrões nos dois sites. O Páginas Literárias usa até tags q e cite na página inicial! Legal também o rodapé que eu coloquei nos dois projetos, sugerindo “qualquer navegador”, sem ser IE.

Em segundo lugar, obrigado ao Paulo Victor Eufrásio, de Fortaleza, que me mandou uma síntese dos problemas da OBI2005 Programação Nível 2! Já fiz alguns e depois publicarei tudo junto. O nível não tá muito alto, mas achei difícil aquele problema Mochila (o povo que foi na Programação pra UNICAMP ano passado já sabia a solução, mas eu não!).

E finalizando, hoje dei meus primeiros passos no sed. Eu tava achando uma vergonha ter que passar pelo aplicativo php e usar ereg_replace nos meus programas Bash e adorei o sed! Criei um programinha bem legal para ouvir músicas. Postei os screenshots no Flickr e o código aqui embaixo.

#!/bin/bash
toca() {
       echo "^[[31m^[[1m$1"'a. ocorrência^[[0m'
       musica="`head -$1 ~/.tmp-musica | tail -1`"
       nome="`echo $musica | sed -e 's/(.*)/(.*)/([0-9]*) (.*).mp3/4/'`"
       autor="`echo $musica | sed -e 's/(.*)/(.*)/([0-9]*) (.*).mp3/1/'`"
       album="`echo $musica | sed -e 's/(.*)/(.*)/([0-9]*) (.*).mp3/2/'`"
       echo "Nome:    ^[[33m^[[1m$nome^[[0m"
       echo "Autor:   ^[[33m^[[1m$autor^[[0m"
       echo "Álbum:   ^[[33m^[[1m$album^[[0m"
       echo "Caminho: ^[[33m^[[1m$musica^[[0m"
       play "$path/$musica"
       echo ""
}
path="/mnt/ntfs/Documents and Settings/Tiago Madeira/My Documents/My Music"
echo "^[[36m^[[1mouvir 1.0 (c)^[[0m"
echo "^[[1mpor Tiago Madeira (contato em tiagomadeira.net^[[0m"
echo ""
echo "^[[1mEntrando no diretório das músicas...^[[0m"
cd "$path"
echo "^[[1mProcurando palavras-chave...^[[0m"
tree -f * | grep -i "$1.*.mp3" > ~/.tmp-musica
 
echo "^[[1mFormatando a(s) palavra(s)-chave...^[[0m"
sed -e 's/^[| -]*//' ~/.tmp-musica > ~/.tmp-music
 
mv ~/.tmp-music ~/.tmp-musica
echo "^[[1mContando número de ocorrências encontradas...^[[0m"
wc -l ~/.tmp-musica > ~/.wc-tmp-musica
echo "^[[1mFormatando número de ocorrências encontradas...^[[0m"
num=`sed -e 's/([0-9]*) (.*)/1/' ~/.wc-tmp-musica`
 
echo ""
 
echo "^[[34m^[[1mFoi(ram) encontrada(s) $num ocorrência(s):^[[0m"
cat -n ~/.tmp-musica | sed -e 's/^[[:blank:]]*([0-9]*)[[:blank:]]*(.*)/1: 2/'
 
echo ""
 
echo "^[[31m^[[1mDigite o número da música que você deseja ouvir,"
echo "ou 't' para tocar todas ou 's' para sair.^[[0m"
echo ""
 
while :; do
 printf "^[[31m^[[1m#: ^[[0m"
 read d
 case $d in
  's'|'S')
   break
   ;;
  't'|'T')
   i=1
   while [ "$i" -le "$num" ]; do
    toca $i
    i=`funcoeszz zzcalcula $i+1`
   done
   ;;
  *)
   toca $d
   ;;
 esac
done
 
rm ~/.tmp-nome > /dev/null
rm ~/.tmp-musica 2> /dev/null
 
echo "^[[1mAté a próxima!^[[0m"

Agora já modifiquei bastante esse programa e ele tá na minha seção Portifólio, mas essa aí foi a primeira versão.

Eu nunca tinha feito nada tão evoluído no Bash e agora tô até começando a me achar um programador bash. Incrível como é legal desenvolver nele! :)

No mais, não aconteceu nada de novo. Só tô decepcionado por ter errado um problema da OBI, cheio de trabalhos de escola mas desenvolvendo bastante coisa legal aqui agora que meus sistemas estão ficando estáveis.