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Opinião pública

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Encontrei esta passagem de Goethe no estrategema 30 do excelente “A arte de ter razão”.

Dico ego, tu dicis, sed denique dixit et ille:
Dictaque post toties, nil nisi dicta vides.

Ou para os ignorantes entre nós que não lêem latim:

Eu o digo, tu o dizes, mas, ao final aquele também o diz:
Depois que o disseram tantas vezes, não se vê outra coisa a não ser o que foi dito.

Lido durante a aula de matemática…

Citação da Semana II

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Os homens se assemelham-se a relógios a que se dá corda e trabalham sem saber a razão. E sempre que um homem vem a este mundo, o relógio da vida humana recebe corda novamente, para repetir, mais uma vez, o velho e gasto refrão da eterna caixa de música, frase por frase, com variações imperceptíveis.

(Arthur Schopenhauer)

Os homens lutam e sofrem por nada

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 10 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Neste mundo, os homens lutam e sofrem por nada; se encontram prazer, é apenas no fulgurante desatino da batalha… Preciso viver intensamente enquanto posso. Quero experimentar os ricos sucos da carne vermelha e o vinho picante, o aperto quente de braços brancos como o marfim, a loucura do triunfo na batalha, quando as lâminas azuladas queimam e se tingem de vermelho. Isto basta para me alegrar. Que os mestres, os sacerdotes e os filósofos meditem sobre as questões de realidade e ilusão! De uma coisa eu sei. Se a vida é ilusão, também sou uma: a ilusão é real para mim. Eu vivo, estou cheio de vida, eu amo, eu mato, eu sou feliz assim.

(trecho de um conto de Conan, O Bárbaro)

Vi lá no 1001 GatosHoward não era “feliz assim” como seu personagem, já que ele se suicidou…

Bom… Eu me sinto como o Conan, embora enxergue a vida como Nietzsche ou Schopenhauer. Por enquanto, eu vivo, estou cheio de vida, eu amo, eu mato, eu sou feliz assim.