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Escreva um blog e compartilhe suas ideias

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 5 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

O crescimento da internet em todo o planeta expressa a necessidade da nossa geração de experimentar meios de comunicação diferentes dos que a mídia tradicional nos propõem. A sociedade é cada vez mais dependente dessa rede, que conecta as pessoas das mais distantes localidades em tempo real.

A internet não é a mesma de dez anos atrás. Uma conexão hoje é condição necessária para a utilidade de um computador e a rede está cada vez mais presente em diferentes dispositivos, em especial nos celulares. A web é hoje o espaço das aplicações e dos serviços: um espaço virtual aparentemente infinito para onde você faz upload de toda a sua vida. Você usa a internet para ouvir músicas, baixar filmes, editar documentos, conversar com amigos, pagar contas, planejar viagens, organizar calendário, ver mapas, guardar fotos, entre muitos outros usos. Porém, o principal deles continua sendo compartilhar, ou seja, difundir ideias.

Compartilhar sempre foi o cerne da internet. Desde a criação dos primeiros sites pessoais, passando pelos blogs e por ferramentas que auxiliam a sua criação, chegando às mais diferentes ferramentas de redes sociais. Por isso, a disputa da rede é feita através das brigas em torno do compartilhamento: o que pode e não pode compartilhar, o anonimato necessário para compartilhar verdades inconvenientes, a neutralidade dos serviços contra o filtro do que passa e não passa pela rede.

Por um lado, temos aqueles que defendem uma internet mais restrita e com menos liberdade, isso é, com mais cara de TV. A censura do Wikileaks, juntamente com a perseguição a Julian Assange, e os projetos de lei SOPA/PIPA (EUA), Sinde (Espanha), Lerras (Colômbia) e Azeredo (Brasil) foram os casos que mais chamaram atenção nos últimos tempos.

Por outro lado, tecnologias estão sendo construídas e superadas em tempo recorde para tornar o compartilhamento mais fácil. Os levantes recentes no Oriente Médio demonstraram a eficácia da internet em ajudar ativistas políticos e sociais a organizarem protestos, disseminarem informações para o público e enviarem notícias de prisões e repressões ao restante do mundo. Do ponto de vista da tecnologia, o Facebook, pela sua capilaridade, é hoje a maior expressão da internet de curtir e compartilhar.

A rede de Mark Zuckerberg teve papel destacado em importantes acontecimentos sociais e políticos do ano passado. Há vários exemplos. Organização e divulgação dos protestos que culminaram na queda de Hosni Mubarak no Egito. Construção do movimento 15-M da juventude da Espanha e de outros movimentos de indignados por todo o planeta. Surgimento do movimento Occupy Wall Street nos EUA. Aqui no Brasil, difusão de diversos atos contra o aumento da passagem de ônibus, Marcha da Liberdade, Marcha das Vadias, Fora Ricardo Teixeira, entre outros.

A internet de hoje não é a mesma do ano passado. Pelo seu funcionamento democrático e pela sua dimensão global, ela muda muito rápido. Por isso, cabe a nós experimentar o tempo todo novas formas de explorar o ciberespaço para aproveitar todo o seu potencial viralizante e discutir ideias que nos auxiliem na construção de instrumentos de mudança social que organizem mais e mais pessoas ao redor do mundo.

Embora o Facebook seja uma ferramenta de utilidade incontestável, sua hegemonia tem me preocupado. Não pelo motivo que sempre leio por aí (o de estarmos compartilhando toda a nossa vida com uma empresa que não tem uma política de privacidade muito razoável), mas principalmente por outros dois: seu caráter efêmero e seus algoritmos que nos separam em bolhas.

Achar algo que você leu no mês passado no Facebook é um pesadelo. Ainda que você lembre quem foi que compartilhou ou em que grupo, você precisa andar e andar na barra de rolagem até fazer seu cooler começar a gritar de tanto processamento de JavaScript para encontrar o que você queria. No caso de querer encontrar comentários ou uma coisa que você não lembra quem foi que postou, é difícil até imaginar por onde começar. Os posts do Facebook não são indexados por sites de busca e suas mensagens vão ficando sufocadas embaixo de uma pilha que cresce quanto mais você usa a rede social. Por mais que exista a tentativa da linha do tempo para você navegar por anos e meses, é inegável que o Facebook é a rede social do que está acontecendo e não do que aconteceu.

Além disso, sua rede de amigos no Facebook é muito limitada. Primeiramente porque você só pode ter 5000 amigos (mais assinantes, é verdade), mas principalmente porque uma porcentagem muito pequena deles efetivamente vêem o que você posta. Vou dar um exemplo: De julho a outubro publiquei todos os dias atualizações de status sobre as eleições municipais no meu perfil divulgando as propostas dos meus candidatos. Na véspera das eleições, mandei e-mails e mensagens no Facebook para grande parte dos meus contatos pedindo voto neles. Várias pessoas ficaram felizes com a recomendação e disseram que até receberem a mensagem nem sabiam que eu estava envolvido na campanha do PSOL.

Faz sentido. O algoritmo do Facebook provavelmente seleciona postagens de temas que você se interessa (costuma postar, curtir, comentar, compartilhar) para você ler. Os posts sobre banana tendem a ser visualizados por quem gosta de banana. Aí você fica fazendo propaganda de bananas para seus amigos bananeiros. Bom para receber curtidas e melhorar sua auto-estima, ruim se você quer discutir as vantagens da banana com mais pessoas que não são do seu grupo de estudos sobre banana. Além de que tem um monte de gente que gosta de banana, mas nunca vai ver seus posts simplesmente porque não é seu amigo.

Passei os últimos anos escrevendo muito no Facebook. O Facebook certamente é uma ferramenta muito importante, mas estou convencido de que ele tem um potencial infinitamente maior se caminhar junto com a escrita de blogs. Posso citar pelo menos três motivos:

  1. Os blogs divulgam mensagens menos efêmeras e com mais conteúdo. Por isso, são espaços mais adequados à formulação e ao registro de ideias (que certamente não devem deixar de ir para as redes sociais para serem disseminadas nas bolhas).
  2. Os blogs são indexados pelo Google. Com isso, aparecem nos resultados das buscas de quem se interessa pelas coisas que escrevemos e seus links fortalecem os sites que queremos difundir para o mundo através do aumento do seu pagerank.
  3. Os blogs não só enviam mensagens, mas iniciam conversações. Posts em blogs geram não só reflexões, mas comentários, posts em outros blogs e discussões nas redes sociais.

Tenho uma rede de amigos que escreve coisas muito legais nas redes sociais. Debate os temas da atualidade, formula política, faz críticas inteligentes sobre uma porção de assuntos relevantes. Há muitas (bilhões, eu diria) pessoas que não leio no Facebook, que talvez leiam este post e que certamente também têm muito a contribuir para o saudável debate de ideias que precisamos travar o tempo todo para mudarmos as pessoas e mudarmos o mundo. Esses comentários merecem e precisam superar as fronteiras dos algoritmos do Facebook para gerar mais discussão e influenciar outras pessoas. Por isso, escrevo para fazer o convite: escreva um blog e compartilhe suas ideias!

Tem um blog? Compartilhe um link dele nos comentários.

Resgate de anos de história

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 5 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

No início de 2005, logo antes de começar o Ensino Médio, eu escrevi meu próprio sistema de blog (tipo pra concorrer com o WordPress — só que não) e comecei a blogar no endereço tableless.tiagomadeira.net. Estava empolgado com a ideia de construir uma web semântica, com XHTML e com tableless. Foi um pouco antes do “estouro” da blogosfera que veio com o ascenso do WordPress mais pro final do mesmo ano e pelos dois anos seguintes.

Desde lá e durante todo o ensino médio, eu bloguei muito. No final de 2005, o blog se transformou num WordPress e assumiu o endereço tiagomadeira.net. Além disso, no verão de 2005 para 2006 escrevi um blog-curso de algoritmos para estudar para a Olimpíada de Informática.

Um ano depois, comecei a escrever outro blog em parceria (o Mal Vicioso, com a Carol). E em 2007, passei a participar timidamente ainda de outro (o 1001 Gatos de Schrödinger, do Ibrahim).

Em 2008, quando entrei na UFSC, fiquei um ano completamente sem blogar. Foi provavelmente o meu ano mais longe da internet, devido ao estudo sério de matemática e o treinamento intensivo para a Maratona de Programação (foi nesse ano que nossa equipe se classificou para a final mundial na Suécia).

Quando vim para São Paulo, em 2009, resolvi voltar a blogar. Porém, depois de ter ficado um ano sem dar bola pro meu blog, não me senti confortável em continuar usando ele (além de que fui tentar organizá-lo e acabei perdendo conteúdo sem querer). Aí acabei criando outro no endereço blog.tiagomadeira.com.

O conteúdo do tiagomadeira.net acabou ficando jogado às traças num leiaute terrível com mais publicidade do AdSense do que conteúdo. A mesma coisa aconteceu com o blog de algoritmos, que curiosamente continuou sendo bem visitado (valeu, Google!). E os outros dois blogs (Mal Vicioso e 1001 Gatos) simplesmente morreram.

Vinha pensando há algum tempo em fazer alguma coisa para salvar o conteúdo de todos esses blogs. Até que nesse sábado resolvi botar a mão na massa e toquei esse meu projeto egocêntrico: Escrevi um novo design e exportei/importei os posts de todos os outros blogs para este novo, relendo os posts para corrigir formatação, imagens e links quebrados.

Estou inaugurando este blog com textos dos últimos oito anos, ou seja, que registram acontecimentos interessantes de mais de 1/3 do meu tempo de vida. Encontrei uma porção de coisas legais quando resgatava os posts: angústias, ideias, planos, descobertas. Definitivamente valeu a pena não permitir que isso tudo se perdesse no buraco negro da internet.

Acabei motivado a continuar escrevendo aqui para contar o que ando pensando e para que no futuro eu continue me divertindo com meus velhos projetos. Ansioso para ver se a motivação vai vingar.

Fora de casa

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 9 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Incrível como as últimas semanas passaram rápido e como de repente chegou o dia 16 de abril.

Parto de Guarulhos hoje às 18:40, faço escala em Amsterdã e chego em Estocolmo amanhã.

Stockholm Old Town
Creative Commons License photo credit: Christopher Neugebauer

Para quem quiser torcer ou acompanhar online, a prova do ICPC é dia 21, às 05:00 BRT.

Volto de Estocolmo no dia 23. Por isto, a não ser que a viagem esteja muito entediante, este recém-iniciado blog ficará de férias até o dia 24.

Até mais!

Problemas ao comentar?

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 9 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Duas pessoas reportaram que este blog não está aceitando comentários. Eu acabei de testar e não tive problemas, porém acho estranho que ele esteja há cinco dias sem receber comentários (ou nem tanto, já que as pessoas também vivem fora da internet e os últimos quatro dias foram de Páscoa) e duas pessoas diferentes não conseguiram comentar.

Se você não está conseguindo comentar, favor deixar um comentário para eu investigar o problema.

No mais, estou temporariamente sem internet em casa (e espero que ela volte hoje), motivo pelo qual estou ausente na internet.

Estatísticas estranhas

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A linha verde é a quantidade de subscribers do feed desse blog, segundo o Feedburner. A linha azul é a quantidade de vezes que um artigo foi lido (ou clicado) por algum desses leitores.

Feed Statistics

Como vocês podem notar, antes de eu criar este blog o feed estava estabilizado em 100. Logo que eu criei a quantidade de leitores aumentou substancialmente até quase 200. De um dia pro outro, de repente, como se para me confundir criando uma parábola, a quantidade de leitores começou a diminuir muito. Agora chegou em 78 (menos que eu tinha antes de começar a escrever).

Alguém tem algum palpite para o que está havendo?

Sobre forma e conteúdo

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 9 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Eu sempre cuidei do design mais do que do conteúdo do blog. Aliás, no 1001 Gatos de Schrödinger esta ficou sendo praticamente a minha única função, já que eu pouco postava. É fato que me divirto escrevendo XHTML/CSS e gosto de deixar a forma de um site perfeita.

Porém, resolvi mudar. Pela primeira vez lancei um blog (este blog) sem design. Ou melhor, com o tema padrão do WordPress, o que significa da mesma forma sem identidade visual. Confesso que isso me incomoda um pouco, mas foi intencional.

Quando se faz um template para um blog, ele deixa de chamar atenção pelo o que ele realmente é, pelos seus textos. É uma boa maneira de conseguir visitantes, é uma péssima maneira de conseguir leitores.

Por isso este blog não tem um título criativo, nem um slogan, nem um tema bonito. É por pouco tempo, pois quando eu lançar o meu site novo (que está em seus detalhes finais) vou ter que adaptar o template do blog para combinar. Porém, é minha tentativa de, pela primeira vez, não focar na forma, mas no conteúdo.

EGO Show At Gemms
Creative Commons License photo credit: Slightlynorth

Sobre o blog

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 9 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Mantenho um blog desde 2004. É uma maneira interessante de exercitar a escrita, a criatividade e encontrar pessoas com gostos semelhantes. Já fiz vários amigos blogando. O meu antigo blog chegou a ser o segundo resultado do Google ao procurar por “tiago”. Tive vários leitores. Até que cansei de escrever.

O problema de escrever durante anos no mesmo blog é que o blogueiro muda. Em cinco anos minha forma de pensar e de agir mudou, meus gostos mudaram e por isso não fazia sentido continuar escrevendo naquele blog. Meu jeito de escrever mudou. Foi por isso tudo que cansei de escrever lá.

Além disso, aquele blog virou um espaço de prostituição. Em 2007 houve uma febre de Adsense na blogosfera e todos queriam ter blogs rentáveis. Eu vendi meu blog e me vendi. Faturei (e ainda faturo) uns 50-60 dólares por mês. Não vale a pena se prostituir por tão pouco.

Penso que ainda tenho muito a falar. E que não poderia deixar de escrever. Por isso, resolvi criar este novo blog. Um blog que tem como objetivo não ter publicidade, não ter centenas de milhares de visitantes por dia, mas ser um local onde eu possa escrever sobre as coisas que vejo e conhecer pessoas interessantes.

Para que esta segunda motivação funcione, preciso de seus comentários. Numa web interativa como a que vivemos, não faz sentido você apenas ler o que escrevo. Isso é semelhante a assistir televisão. Aproveite esse espaço para falar. O Ibrahim sempre dizia que a mídia manda mensagens, blogs iniciam conversações. Concordo piamente com ele.

Antes que eu me alongue muito, peço desculpas porque meu português está terrível. Passei o ano passado inteiro estudando matemática pura (apenas definições e teoremas) e lendo livros de análise. A escrita de meus professores me afetou muito e acho que foi negativamente. De fato, até meu vocabulário mudou muito. Talvez este blog me ajude a escrever melhor. Veremos.

Sem mais delongas, seja bem-vindo e sinta-se em casa.

Conteúdo perdido

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 9 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Hoje é dia 07 de fevereiro de 2009 e acabei de fazer uma burrada no servidor que ocasionou a perda de cerca de centenas de posts e milhares de comentários (de fato para “resolver o problema” usei um backup de maio de 2007). Estou salvando as páginas do cache do Google e ainda hoje republicarei os posts mais importantes. Não acho que valha a pena fazer um script para ler o cache do Google e cadastrar no banco de dados do WordPress os comentários, então eles serão perdidos.

(In)felizmente o blog não era atualizado desde junho de 2008 e portanto a perda não será tão grande. Desculpem o transtorno.

[update, 07/02/2009 às 23:35] Os 10 posts mais acessados do blog segundo o Google Analytics já estão no ar, portanto o transtorno está minimizado para o maior número de paraquedistas.

[update, 07/02/2009 às 23:55] Acabei de inserir anúncios do Adsense.

Criatividade

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 11 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Eu estou viciado nesse mal. Totalmente inspirado pra publicar nele, com dezenas de rascunhos e novas idéias no papel.

Enquanto isso, não tenho idéias pra postar aqui. Entendam meu dilema:

Minha área de conhecimento e trabalho é desenvolvimento web. Mas não queria fazer um blog sobre dicas de HTML e CSS válido, tampouco de PHP, então não vejo muito aproveitamento aqui. Postar notícias de web 2.0, outros sites, etc, etc, é algo que muita gente já faz, não vejo muita graça.

Uso Linux full-time no laptop, no gateway e no servidor (dreamhost). Tenho desenvolvido poucos scripts shell interessantes e o que tem saído é tão sujo que eu não tenho coragem de publicar. Estou muito afim de aprender Python, mas não nesse momento. Sobre filosofia e software livre dá pra escrever muita coisa, mas tem muita gente que fala sobre isso. Além disso tem portais como o BR-Linux que já falam tudo possível e imaginável antes de eu pensar e escrever sobre determinado tema.

Escrever sobre o meu novo laptop e seu dia-a-dia com Linux está me trazendo muitas visitas. O Acer Aspire 5050-3205 está muito pop! Porém, ainda não consegui testar o wireless, a webcam não tem suporte mesmo (estou aguardando o cara do gspca lançar uma nova versão) e não há nenhuma grande novidade. Só que estou adorando o Gentoo, mas não dá pra escrever um post por dia dizendo: I LOVE GENTOO!

A primeira fase da Olimpíada de Informática acontecerá dia 17 de março. Aí está um bom tema. Mas eu tenho mais de 100 scripts resolvidos aqui e já postei um monte de coisas sobre algoritmos que pouca gente procura aqui.

Aí eu fico filosofando lá no Mal Vicioso e minhas idéias só brotam praquele lado. Eu pensei até em fechar o meu site, mas eu gosto dele e tô afim de escrever, só não tenho idéias, porque não estão acontecendo muitas coisas na minha vida nerd.

Mas, se Alá quiser, amanhã aquela inspiração bate e eu publico algo bem legal!

Ahh.. E idéias são mais que bem-vindas.

Aula de paraquedismo

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 11 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

O Lucas descobriu o motivo pelo qual o meu Adsense não rende e eu continuo pobre.

Dizem por aí que quem clica nos anúncios do Google são os paraquedistas. Segundo a Wikipedia, os paraquedistas são profissionais especializados em realizar saltos de grandes altitudes sem sofrer danos corporais. Os paraquedistas são pessoas que vivem nas nuvens, literalmente. Como que eles podem clicar nos seus anúncios de lá?

Andei pensando e cheguei a conclusão de que o problema principal é a exclusão digital e o acesso a redes sem fio no Brasil. A situação do nosso país tá complicada no ramo de tecnologia sem fio. Essa deveria ser uma das prioridades do nosso governo! Veja bem… É difícil achar um hotspot que esteja próximo o suficiente de um paraquedista para que ele consiga acessar o seu site via wireless. Diz a Wikipedia que os hotspots transmitem um sinal a pequena distância, geralmente apenas 100m.

Culpa de quem? Dos políticos, como sempre! Em países com bons representantes do povo, como nos Estados Unidos, os probloggers conseguem um rendimento muito melhor graças a essa facilidade dos paraquedistas de acessarem seus sites.

A solução? Eleger políticos competentes que queiram realmente melhorar a vida do povo, como o senador Eduardo Azeredo e a poderosa Daniela Cicarelli. O Maluf e o Clodovil quem sabe entrem nessa luta também… ;-)