Arquivo mensais:julho 2010

Despoema nauseabundo

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 7 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Inspirado por esse tuíte.

A ignorância me dá náuseas.

A ignorância de pessoas que se dão ao luxo de chamar outros de ignorantes me dá náuseas.

A ignorância de pessoas que se dão ao luxo de chamar de ignorantes as pessoas que se dão ao luxo de chamar outros de ignorantes me dá náuseas.

A ignorância de pessoas que se dão ao luxo de chamar de ignorantes as pessoas que se dão ao luxo de chamar de ignorantes as pessoas que se dão ao luxo de chamar outros de ignorantes me dá náuseas.

A ignorância de pessoas que se dão ao luxo de chamar de ignorantes as pessoas que se dão ao luxo de chamar de ignorantes as pessoas que se dão ao luxo de chamar de ignorantes as pessoas que se dão ao luxo de chamar outros de ignorantes me dá náuseas.

Ad infinitum.

PS: Esse post (como a ignorância do autor desse blog) também me dá náuseas.

PPS: Consultei o Houaiss duas vezes pra escrever o título desse post: a primeira pra confirmar que “despoema” não existe, a segunda pra confirmar que “nauseabundo” existe.

Como resolver o problema do transporte público lotado em São Paulo

ATENÇÃO: Este conteúdo foi publicado há 7 anos. Eu talvez nem concorde mais com ele. Se é um post sobre tecnologia, talvez não faça mais sentido. Mantenho neste blog o que escrevo desde os 14 anos por motivos históricos. Leia levando isso em conta.

Por Anônimo bêbado falando sozinho num 917H lotado, sexta-feira às 18:30

Precisa de um Bin Laden. É o único jeito. Tem que explodir tudo. Explode essa gente que acaba o problema.

Não… não precisa. Tem só que devolver. Devolve todo mundo. Quem é de Minas, quem é do Nordeste. Só fica aqui quem nasceu aqui. Não ia sobrar nem um milhão.

Devolve tudo! Faz exame de DNA pra confirmar quem nasceu aqui mesmo. Não vai sobrar nem um milhão.

Se eu fosse vereador, ou prefeito, ou alguém que pode mandar em alguma coisa, devolvia todo mundo!

Epílogo

“Ah, aleluia! Tinha um homem falando besteira aqui. Pior que ônibus lotado é essa gente gritando.” (mulher mal-humorada ao telefone, após o autor do texto descer)